Téléthon 2008 à Argenteuil le 29 novembre 2008

24 novembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Téléthon 2008 à Argenteuil le 29 novembre 2008 !

Graciano Saga à Argenteuil au restaurant l’Oceano le 12 décembre

24 novembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Graciano Saga à Argenteuil au restaurant l’Oceano le 12 décembre !

Fátima continua a fazer milagres!

24 novembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Ela fez trinta por uma linha, é reconhecida culpada de falcatruas à pazada e tudo o que a justiça lhe pede é que continue à solta. Três anos e três meses de prisão com pena suspensa e perda de mandato de presidenta da câmara de Guimarães.
Pena suspensa! E porque não prisão efectiva? Tem razão Horácio Costa, quando ao comentar o acórdão que condenou a presidente da Câmara Municipal de Felgueiras a apenas três anos e três meses de prisão com pena suspensa, diz que neste processo houve muita água benta em benefício de Fátima Felgueiras, a principal arguida.
O perigo está em que depois desta decisão da justiça portuguesa, fica-se com a ideia de que em Portugal o crime compensa. Mas Fátima Felgueiras não a coisa assim. ela não acha a pena branda e vai recorrer. Creio mesmo que já recorreu. E porquê? Certamente devido à tal perda de mandato de presidente da Câmara Municipal de Guimarães.
O bonito desta história, vai ser quando ela estiver convencida de que tudo lhe é permitido e pedir ao Estado português uma choruda indemnização por danos morais ou coisa no género. E porque não, se outros já o fizeram e levaram boas maquias.
Perante tanta pantominice, que ilações podemos tirar? Que a Justiça não foi feita para os ricos nem para os poderosos, mas sim para os pobres e para aqueles que não têm relevância a nível social.
Por que é que Fátima Felgueiras não foi condenada pela viciação de contratos e retornos de dinheiro para a conta bancária que alegadamente financiou o Partido Socialista (PS) nas autárquicas de 1997, que o tribunal admitiu como provados?
Erro de justiça? Nada disso! Simplesmente fantochada e jogos de amizades políticas e interesses partidários.
Para fazerem o que fizeram, mais valia que a tivessem deixado em paz. Se não a tivessem chateado tanto, talvez ela tivesse ficado lá pelo Brasil, país do qual também tem a nacionalidade.
E depois, quem é que pagou toda a despesa da sua defesa? Pelo que zoa, parece que foi o erário público?
Roubas uma cebola, vais logo para a cadeia, mas se roubas muito, e de preferência ao Estado, o mais certo é que acabes com direito a que te peçam desculpa e te dêem uma medalha.
E aqui cabe uma questão: quem é que se lembra de já ter visto algum poderoso ser condenado em Portugal?
Se as provas acumuladas contra Fátima Felgueiras (retorno e facturas falsas) o fossem contra uma pequena empresa, não haveria mas nem meio mas. Era cadeia e da grossa!
Quem tem razão é o empresário Joaquim Freitas, um dos denunciantes do saco azul”, quando diz que está arrependido de ter colaborado com a Justiça.
Joaquim Freitas ficou tão desiludido com a justiça portuguesa que chegou mesmo a aconselhar a quem vier a ter conhecimento de situações de corrupção a não transmiti-las à Justiça “e procurem ganhar uma comissão” e até diz que “se fosse hoje aceitava o dinheiro que me propuseram”.

António de Oliveira

EUA/Eleições : Ao eleger Obama, os americanos ganham simpatia aos olhos do Mundo

24 novembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

São poucos os que ficaram surpreendidos com o resultado das eleições presidenciais americanas que levaram à chefia do país mais poderoso do Mundo um presidente de raça negra, Barack Obama, filho de um queniano e de uma americana.
Até mesmo John McCain, seu adversário republicano, já esperava a sorte que lhe coube.
O mundo inteiro, da África à Ásia, passando pela Europa e outras américas, saudou a eleição do primeiro não branco à Casa Branca com efusão e o nosso ministro da Economia, Manuel Pinho, foi até ao ponto de dizer que hoje somos todos um pouco americanos.
Veremos se o nosso ministro tem razão, uma razão que só lhe pode advir se os cowbois perderem a mania de olharam o Mundo de sobrolho carregado, com desconfiança e pretensão.
Mas pegue-se-lhe por onde se lhe pegar, Obama tem uma responsabilidade imensa e o Mundo inteiro espera para ver se a América muda a maneira como tem vindo a tratar os assuntos interplanetários.
O Iraque, donde ele prometeu que retiraria as tropas norte-americanas em menos de dois anos. Será bom não esquecer que o pulha Bush justificou a intervenção americana no Iraque com uma nojenta mentira.
O Afeganistão, onde os americanos têm sido, no mínimo, nulos. Há que saber que as tropas americanas ainda não mataram muitos talibãs, mas já mataram muitos pacíficos civis.
A fome em várias regiões da África, Sudão, Etiópia, Uganda, Honduras, etc. onde todos os dias há gente a morrer de fome e onde os americanos deixam os presidentes tiranizar os povos sem reagir.
Os iraquianos também eram mal tratados por Saddam Hussein, mas não se pode dizer que morriam de fome. Questão de cheiro a petróleo?
Que a América deixe de querer policiar o Mundo e faça o que estiver ao seu alcance para que a vida dos povos que nasceram em regiões nas quais as hipóteses de vencer na vida honestamente são inexistentes. Aí sim, seremos obrigados a reconhecer-lhes o direito de se considerarem gente de bem, caso contrário…
Obama foi eleito para dirigir a América e não o Mundo, mas o planeta, queiramos ou não, depende inteirinho do que se passa naquele país. Se a América apanha uma pequena tosse o Mundo apanha uma grande pneumonia. É assim e não há nada a fazer, por isso…
Toda a gente sabe que a grave crise económica e financeira que afecta o Mundo nos vem do país do Tio Sam e que enquanto os americanos não saírem dela nós também a sofreremos.
Que um país tão conservador como a América tenha elegido para seu presidente um negro, isso já quer dizer que a mentalidade dos americanos mudou muito e que eles já aceitam as pessoas pelo que elas valem e não segundo a cor da sua pele.
Com Obama, é possível que os EUA iniciem uma nova era na sua história: uma era em que os americanos, por muito poderosos que sejam, tenham mais respeito pelos outros povos, olhando-os de igual a igual e não como seus inferiores.
Mas é extraordinário que os Estados Unidos tenham eleito um “jovem presidente de 47 anos, um jovem que para além de tudo é simplesmente americano.

António de Oliveira

O Aux Délices du Portugal encheu até ao telhado para receber Graciano Saga

24 novembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Além de cantar divinamente bem, Graciano também sabe estar no palco, interrpretando o que canta.

Além de cantar divinamente bem, Graciano também sabe estar no palco, interrpretando o que canta.

No Aux Délices du Portugal, de Brie Comte Robert, é tradição fazer-se magusto todos os anos no Dia de São Martinho.
Nos magustos anteriores a animação foi sempre feita por grupos folclóricos, o que até não vinha sendo mau, mas Carlos Valverde, o patrão do Délices, quis que o magusto deste ano fosse diferente, para melhor, e pensou trazer um artista com craveira elevada. O escolhido foi Graciano Saga, que tem carradas e carradas de admiradores em França.
Bem andou Carlos Valverde, pois foi um sucesso.
O Aux Délices du Portugal tem um grande espaço ao lado do espaço de venda ao público e Carlos Valverde pensava que esse espaço bastava e sobrava para toda a gente que viesse, mas estava enganado. Nesse espaço, no qual se pode acamar à vontade umas trezentas pessoas, não se rompia e o espaço onde estava o assador das castanhas ia servindo de espaço de apoio ao das cantigas. Simultaneamente, podiam ouvir Graciano Saga cantar à volta de 400 pessoas. Como enquanto uns ouviam cantar os outros iam fazer compras e vice-versa, foi possível controlar a enchente. No dia 11 de Novembro (dia do evento) devem ter passado pelo Délices, no mínimo, 1.500 pessoas. Sem contar os que, não podendo vir na parte da tarde, vieram de manhã.
Carlos Valverde estava contentíssimo, a sua ideia funcionara às mil maravilhas e ele já foi avisando que é muito possível que para o ano se repita a dose…

Mário Alves

Festas : Roberto Leal deliciou o público da sala Jean Vilar

24 novembre 2008 por admin · 1 Comentário 

Roberto Leal numa canção mais dolente

Roberto Leal numa canção mais dolente

Roberto Leal mostrou mais uma vez à comunidade portuguesa da região parisiense que faz parte da mancheia  de cantores portugueses que conhecem por dentro e por fora a arte que praticam.
Foi no dia 2 de Novembro, na sala Jean Vilar, em Argenteuil, que, graças à associação AGORA, a comunidade pôde apreciar a arte deste grande artista, que veio até nós pela mão do grande agente artístico que é José da Silva.
Roberto Leal é nome grande da música, tanto em Portugal como no Brasil e também nas comunidade, mas a sua classe artística é de tal ordem que, a meu ver, ele devia ter uma notoriedade muito mais vasta e alargada. Mas, quem sabe, talvez a culpa seja, acima de tudo, dele…
Roberto Leal não está em França tão frequentemente quanto nós gostaríamos que estivesse, mas se ele só vem de vez em quando é porque não tem tempo, o que quer dizer que tem convites continuamente e isso é sinónimo de que os portugueses correm atrás dele, sem que para tal sejam necessárias certas parcerias duvidosas que, oh! quantas vezes, são a razão da notoriedade de algumas salvo seja vedetas do panorama musical português!
Também não são muitas as associações com arcaboiço financeiro, como o é a AGORA, para organizar espectáculos com artistas de craveira como Roberto Leal, o que as leva a procurar nas categorias inferiores, onde, às vezes, se encontra, também, coisa boa.
No fim do espectáculo, gostei de ouvir algumas pessoas do meu conhecimento dizer que já tinham visto toda a tralha, mas que nunca tinham visto coisa igual. É o tal assunto de quem sabe da arte.
Terminado o espectáculo, foi sem rodeios que Roberto Leal se prestou a posar para ser fotografado com os seus fãs.
O jantar foi no restaurante Oceano, de Argenteuil, onde a Patrícia ofereceu a todos a sua natural simpatia.

António de Oliveira

Literatura : José Saramago diz que prémios e glória são acidentes, melhor recompensa são cartas dos leitores

24 novembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Prémio Nobel da Literatura, José Saramago, fala de "A Viagem, do Elefante"

Prémio Nobel da Literatura, José Saramago, fala de

O escritor José Saramago defende que os prémios e a glória são “acidentes” e que, embora não escreva para obter uma recompensa, se alguma há, são as cartas que recebe dos leitores.
“Em primeiro lugar, não se escreve para ter uma recompensa, a não ser naquele sentido óbvio: eu escrevo, o livro é feito, põe-se nas livrarias, vende-se, espero que uma parte desse dinheiro venha para mim, autor. Mas isso nem sequer é uma recompensa, é a justa retribuição de um trabalho. Justa, nem sequer se pode dizer justa, porque não sabemos o que seria uma justa retribuição num caso como este”, disse o prémio Nobel da Literatura português, em entrevista à agência Lusa.
Na sua opinião, “o que não pode ser entendido como recompensa é a fama, a glória, se se quiser até o Prémio Nobel”.
“Não vamos tomá-los como recompensas. São acidentes. Eu não decidi ser famoso, quem decidiu tornar-me famoso foi a vontade dos outros, os leitores, a crítica. Não se procuram recompensas, procura-se o trabalho bem feito, que possa ser considerado necessário, até, aos leitores”, sustentou.
“Eu recebo muita correspondência de leitores e se há alguma coisa a que se pode chamar recompensa é a essas cartas. Cartas que agora, por fim, podem chegar por e-mail, depois de tanto tempo em que era o carteiro que as levava a casa”, observou.
Saramago considera que, “quando tanto se fala nas universidades da teoria da recepção, se se quiser estudar o problema de como é que a obra é recebida, então, leiam-se as cartas dos leitores. Muita teoria, muita teoria, mas vamos lá ver como é que isso se manifesta na prática”.
“Eu costumo dizer que a obra de um escritor não estará completa se não forem publicadas as cartas dos seus leitores”, sublinhou.
“E aqui - prosseguiu - não há que tomar as cartas só para dizer ‘ah, pois, o que você quer é tornar públicos os elogios que lhe fazem’, porque as melhores cartas não são aquelas que dizem ‘gostei do seu livro’. Também não são aquelas que dizem ‘não gostei do seu livro’. São aquelas em que o leitor fala de si mesmo e isso é que é realmente notável”.
“Tenho cartas que são verdadeiros prodígios da comunicação. E são pessoas que não são escritoras: simplesmente, sabem escrever e sabem comunicar as suas emoções e os seus sentimentos. E não foi uma, nem duas, nem três vezes que eu cheguei ao fim de cartas como essas a chorar. Isto sim, isto é o que vale a pena”, concluiu.

Livro : Beja Santos lança segundo volume de memórias da guerra colonial na Guiné-Bissau

24 novembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Mário Beja Santos, ex-combatente no Ultramar português, lançou hoje, em Lisboa, o segundo volume de memórias da guerra, no qual conta episódios que marcaram a sua passagem pela Guiné-Bissau.
“’Diário da Guiné - O Tigre Vadio’ é um testemunho e não me refugiei num heroísmo que nunca tive”, disse o autor do livro que, emocionado, recordou as histórias de pessoas que lhe morreram nos braços enquanto estava na guerra.
Nas palavras do jornalista António Valdemar, que fez a apresentação do livro, a obra de Beja Santos tem “um forte conteúdo humano, narrado com a verdade de quem esteve presente em todos os momentos”. Neste livro, com 440 páginas, o autor relata acontecimentos da guerra entre 1969 e 1970 e, segundo o prólogo escrito pelo próprio, ‘Tigre Vadio’ foi, de todas, a operação “mais sangrenta” em que esteve envolvido.
Mário Beja Santos garantiu, na apresentação do livro, que vai continuar a escrever. “A memória está viva e vou procurar ser digno dela, trabalhando-a o melhor possível”, afirmou.

Prémios Mundiais da Música atribuídos em Monte Carlo

24 novembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Coldplay foram a banda que mais vendeu em 2008

Coldplay foram a banda que mais vendeu em 2008

Os Coldplay foram distinguidos como a banda que mais vendeu em 2008 vencendo os Prémios Mundiais da Música atribuídos em Monte Carlo, no Mónaco.
A notícia avançada pelo The Guardian tem por base os registos de vendas internacionais recolhidos pela “International Federation of the Phonographic Induatry, em Londres.
O quarto álbum da banda inglesa, “Viva La Vida or Death and All His Friends”, liderou as tabelas de vendas do Reino Unido, Estados Unidos, Japão, Alemanha e França. Os Coldplay ganharam ainda o prémio de melhor desempenho rock do ano batendo os Kings of Leon e os Metallica.
Leona Lewis recebeu com o álbum “Bleeding Love” as distinções para nova artista e, como melhor cantora pop, bateu nomes como Madonna e Mariah Carey. Kid Rock venceu as categorias de melhor cantor pop e melhor artista pop/rock com o disco “All Summer Long”.
Amy Winehouse foi eleita a melhor artista pop/rock enquanto Alicia Keys foi a melhor em R&B, Lil’Wayne venceu hip-hop/rap e Akon foi nomeado o melhor na Internet. Beyoncé teve uma distinção especial pela contribuição para a arte e Mariah Carey recebeu uma menção honrosa. E a lista de galardoados fechou com o prémio Diamante recebido por Ringo Starr em nome dos Beatles.

Óbito : Morreu Miriam Makeba

24 novembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

A cantora sul-africana, de 76 anos, faleceu domingo 09 de Novembro, vítima de ataque cardíaco.
Com a partida de Miriam Makeba, também conhecida como Mama Africa, o panorama musical africano fica mais pobre. Aos 76 anos, a artista não resistiu a uma paragem cardíaca e acabou por falecer, na Clínica de Pineta Grande, em Castel Volturno, perto de Nápoles.
A cantora encontrava-se em Itália para, juntamente com vários artistas, actuar num concerto anti-máfia, em homenagem ao jornalista e escritor italiano Roberto Saviano, perseguido pela organização mafiosa napolitana. O escritor é o autor de Gomorra, um livro sobre a Camorra que, depois de adaptado ao cinema, mereceu o Prémio do Júri no festival de Cannes e foi o eleito para representar Itália nos Óscares.
Contudo, a actuação de Miriam Makeba acabou por não acontecer já que, tal como adianta a agencia noticiosa ANSA, “ela foi a última a subir ao palco, depois de vários outros cantores. Houve uma chamada ao palco, e nesse momento alguém perguntou aos microfones se havia um médico na assistência. Miriam Makeba tinha desmaiado.”
Conhecida pelo seu empenho na luta contra o Apartheid, a artista sul-africana não ficava indiferente a estas causas e as suas canções tratavam essencialmente de temas como o amor, a paz e a tolerância.
Apesar de ser originária da África do Sul, as suas convicções não agradavam ao sistema político vigente e, como tal, viveu em exílio durante cerca de 35 anos, tendo passado por países como a França, os Estados Unidos, a Guiné e a Bélgica. O regresso à terra natal, que se deu apenas em 1990, ficou marcado pela emoção e também por uma certa revolta. “Nunca percebi porque é que não podia voltar ao meu país. (…) Não cometi nenhum crime”, afirmava a cantora na altura.
‘A imperadora da canção africana’ deixa-nos êxitos como Pata Pata, The Click Song e Khawuleza, entre muitos outros, através dos quais poderá para sempre ser lembrada.