Manuela Ferreira Leite rouba credibilidade ao PSD

21 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Em cada uma das suas intervenções, Manuela Ferreira Leite manda bombas para o ar. Acusações e mais acusações, enfim, não pára de atacar a torto e a direito o Governo de José Sócrates. É o seu direito, pois é ela que lidera a oposição ao Governo socialista.
Até aqui tudo bem. O que é menos bem é ela não estar a ser benéfica para o seu próprio partido, por que o país não dá credibilidade a quem ataca por tudo e por nada.
Manuela Ferreira não pode sair de reuniões, de comícios, de congressos etc., nos quais disse o que lhe apeteceu e uma vez confrontada com os jornalistas se recusar a responder sobre o que vem de dizer, mandando para canto com uma simples frase: no final das reuniões não presto declarações.
Por que é que Ferreira Leite evita responder?
Porque os jornalistas perguntam sempre qual seria a sua alternativa para as resoluções que contesta e ela não quer ir por aí. Se atacar é fácil e gratuito, propor soluções alternativas já não o é assim tanto.
E os PSDistas que tanto esperavam dela! Não sou absolutamente anti-PSD e até desejo que o PSD readquira o brilho que já teve, porque as democracias só podem evoluir positivamente quando as oposições aos seus governos se fazem respeitar. Mas não será com Manuela Ferreira Leite que o partido de Sá Carneiro lá irá.
A presidente do PSD esquece que a sua passagem pelo Governo constituiu a grande mentira do défice emagrecido artificialmente, quando ela o anunciava em metade da realidade.
Todos os partidos têm membros bons que trazem honorabilidade e outros que lhe trazem desonra. No cômputo final, a coisa acaba por se equilibrar. Mas com Manuela Ferreira Leite não há equilíbrio. Ela é má demais e desequilibra a balança.
E o PSD nada pode fazer para ocultar a nulidade de Manuela Ferreira Leite. Ela chegou à sua presidência graças a promessas de união no seio do partido e tudo quanto tem conseguido fazer é desuni-lo. Os PSDistas precisam de se despachar a perceber que têm de a mandar às favas.
Agora, como vê que as suas invectivas ao Governo não resultam, a presidente dos sociais-democratas queixa-se de que a sua mensagem não passa porque a comunicação social não a transmite.
É de morrer a rir. Quem vai crer nisso, sabendo quantos amigos ela tem nas rádios nos jornais e nas televisões?
O PSD tem que mudar de espingarda, porque com esta não acertará com um único tiro em José Sócrates.
Manuela Ferreira Leite diz que a crise internacional veio precipitar as consequências mais óbvias de uma política de ilusionismo que o PSD tem denunciado.
É impressionante! Como é que a ilusionista mor do Reino pode acusar os outros de fantasia?
Num colóquio em que o assunto dominante foi a situação económica do país, a presidente da Comissão Política Nacional do PSD lembrou que “há-de vir o momento” de apresentação das propostas do seu partido, rejeitando torná-las públicas já “porque até às eleições eram todas adoptadas por este Governo socialista”.
E esta! Afinal, não é o bem da Nação que lhe importa, porque se fosse e ela estivesse convencida de que as propostas que guarda a sete chaves são boas, devia procurar impô-las através da Assembleia Nacional ao Governo. Mas como o que lhe importa é o poder…

Cristiano Ronaldo sob críticas

21 décembre 2008 por admin · 1 Comentário 

Capitão da Selecção portuguesa, Cristiano Ronaldo foi alvo de críticas por parte dos adversários após a pesada derrota frente ao Brasil. Os defesas Thiago Silva e Marcelo não pouparam o sério candidato a ser eleito o melhor jogador do Mundo.
Para Thiago Silva, que fez dupla com Luisão no eixo da defesa “canarinha”, Cristiano Ronaldo “precisa de ter mais respeito”, isto porque diz ter sentido “um pouco de maldade” num “carrinho” feito pelo português. “É difícil aceitar o que ele fez. Não aceitei as suas desculpas, pois se não tivesse saltado poderia ter partido a perna”, afirmou.
Já o lateral-esquerdo Marcelo, diz ter sido alvo de uma cotovelada de Cristiano Ronaldo. “Disse-lhe que não era preciso fazer aquilo e ainda falou mais alto do que eu, por isso voltei a responder”, explicou, ainda que realçando que este tipo de situações são normais durante qualquer jogo.

Festas : A Sala Jean Vilar de Argenteuil recebeu a banda La Harissa e a cantora Celine

21 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

A sala Jean Vilar, em Argenteuil, deu novamente espaço à comunidade portuguesa, através do Centro Cultural Paz e Viver Juntos em Argenteuil (CCPVJA), associação que por sua vez abriu esse espaço ao grupo português da Hip-Hop La Harissa e à cantora, também portuguesa, Celine.
Este espectáculo foi uma aposta do CCPVJA e de José da Silva, o empresário que conta dar aos Harissa o lugar que eles merecem sob as luzes da ribalta.
Tanto os La Harissa como Celine são artistas de quem já falamos anteriormente e por mais de uma vez. Quer dizer que os nossos leitores, os que nos lêem regularmente, conhecem a minha opinião sobre eles.
Porém, como o ter falado não deve impedir de falar de novo, aqui estou eu para vos relembrar que os La Harissa, como já aqui o dissemos, conseguiram entrar no sistema francês, o que poucos conseguiram, e já obtiveram Discos de Ouro por vendas neste país.
Se os Harissa são um grupo que tem como principal objectivo meter a juventude no seu alforge, também não desdenham temas mais virados para pessoal maduro, como se vê nos seus espectáculos quando põem toda a gente a dançar uma chula bem à maneira do Norte e outras músicas bem portuguesas.
Em suma, é um grupo que já tem lugar ao Sol e que quer mais ainda. Eles querem o máximo e máximo é…
Quanto à Celine, que mais poderei dizer dela que ainda não tenha dito? Que desta vez a vi perante mais gente e, por isso, a ser mais aplaudida? Só se for isso.
Contudo, há um pequeno detalhe que talvez seja bom referir: a Celine tem passeado a sua arte e as suas canções por essa França afora, mas não é tudo, pois Portugal também a tem vindo a reclamar e no próximo ano ela já por lá tem várias actuações agendadas, como em Idanha-a-Nova, Santo Olhão, Aranhas, etc.
Agora foi a sala Jean Vilar que a adoptou Celine, mas o seu talento tem de a levar mais longe, muito mais longe. Quando passar pelas salas mais míticas de Paris, aí sim, estará realizado o primeiro ciclo da carreira desta tão talentosa cantora.
La Harissa e Celine, dois nomes a memorizar.

Texto: António de Oliveira
Fotos: Mário Alves

La Harissa au Casino de Paris

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Réveillon La Costa

21 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Réveillon Lua Vista

21 décembre 2008 por admin · 1 Comentário 

Professores VS Ministra: A avaliação não pode ser um papão!

21 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Os problemas levantados com o novo processo de avaliação dos professores portugueses estão a seguir as mesmas pisadas da reforma do sistema de saúde, que conduziu à demissão do anterior Ministro.
Há já uma eternidade que se protesta contra a qualidade do ensino ministrado nas escolas portuguesas e que têm tido, como consequência, uma excessiva incapacidade dos nossos jovens em apreender as matérias e a saber utilizá-las na vida prática e profissional. No entanto, longe de mim culpabilizar apenas os professores pelos fracassos na formação dos alunos. Os programas de ensino, os métodos pedagógicos aplicados, a desresponsabilização de pais e encarregados de educação, a falta de condições sócio-económicas das populações de muitas zonas habitacionais problemáticas; os problemas de adaptação do nosso ensino, à multiplicidade étnica do nosso País, a desadequação de muitos cursos escolares, face ao mercado de trabalho, entre outras, são igualmente razões que têm conduzido o nosso sistema educativo a bloqueamentos e aos maus resultados práticos.
Mas é evidente que, quando se fala de reformar o sistema, o Ministério da Educação é o primeiro visado e interessado em ter os melhores agentes de ensino, privilegiando aqueles que dêem provas de desempenhar cabalmente a sua profissão. E aqui entramos directamente nos problemas da avaliação do desempenho dos professores.
A este propósito, tenho visto e ouvido: quer a Ministra; quer os sindicatos; quer os políticos, quer quem não envolvido directamente neste conflito, acha (e muito bem) ter uma opinião.
Os professores e os seus respectivos sindicatos queixam-se, fundamentalmente, de que as avaliações, de acordo com o sistema aplicado pelo Ministério, são feitas por colegas que não têm competência científica para o fazer. Além disso, o processo é de tal forma burocratizado, que lhes retira o tempo necessário para o ensino.
A Ministra, insensível à dimensão dos protestos, diz que o sistema é lei e a lei é para ser cumprida, mantendo-se inabalável na sua decisão.
Os políticos, de um lado e de outro e face à proximidade de eleições legislativas nacionais, optam por avaliar os ganhos ou as percas eleitorais, que este braço de ferro tem proporcionado, reagindo em função dos seus objectivos, mas sem assumir uma posição inequívoca quanto ao assunto.
Como a educação é um assunto de interesse nacional, permitam-me também ter uma opinião!
Uma avaliação, de quem quer que seja, é para melhorar quem está a ser avaliado e os resultados do seu trabalho. Logo, a avaliação dos professores é, em si mesmo, um
princípio inquestionável. Mas, se a avaliação for mal feita, o resultado é precisamente o inverso.
E se o processo de avaliação se traduz numa carga excessiva de trabalho burocrático para o técnico de ensino, retirando-lhe o tempo necessário para ensinar, então o prejuízo é ainda maior.
Mas, o que me surpreende nisto tudo, é o facto de estarmos perante um problema cuja solução, no quadro da democracia em que o País se encontra e tendo como objectivo prioritário a melhoria do nosso sistema de ensino, as posições estejam tão extremadas e tão tensas, como se não houvesse saída possível que o bom senso democrático não pudesse resolver:
-Ou a Ministra entende (ou lhe fazem entender…) que a confortável posição parlamentar que o governo dispõe, é igual à ditadura da maioria, assumindo uma posição de quero, posso e mando, não considerando as razões da contestação dos professores e não se disponibilizando para encontrar uma fórmula consensual, que atinja os mesmos propósitos;
-Ou as razões profundas da contestação dos professores têm pouco haver com o método, mas muito mais com a essência do processo, ou seja, não quererem ser avaliados. E nessa suposição, a defesa do adiamento da aplicação do actual método de avaliação, para daqui a uns anos, pode levar-nos a pensar isso mesmo: “enquanto o pau vai e vem, …folgam-me as costas” e, se for esse o caso, é preciso afirmá-lo honestamente!
Em qualquer dos casos e não perdendo de vista o fundamental (melhorar o sistema educativo português): os sindicatos não podem (não devem) refugiar-se na defesa corporativa dos interesses da classe que dizem representar; os professores devem tomar consciência da responsabilidade da profissão que abraçaram; a Ministra deve abandonar a sua inflexibilidade (para não dizer “birra”) e encontrar a fórmula de avaliação, cuja aplicação não desvirtue o essencial da questão e a oposição política deverá criticar, construtivamente, o processo, não dando a impressão de estar a deixar o “trabalho sujo” para este governo, prolongando o actual estado de coisas, com a finalidade de obter dividendos eleitorais.
Entre outros problemas graves da sociedade portuguesa, há muito mais a fazer para melhorar a qualidade do nosso ensino e, a avaliação dos professores, é uma “gota de água” num “oceano” de problemas, bem mais difíceis de solucionar.
Sejamos todos mais razoáveis e responsáveis!

Olimpismo: Atletismo assume oposição ao comandante que abandonou o barco e as tropas

21 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

A Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) assume a oposição à recandidatura do “comandante que abandonou o barco e as tropas” em Pequim2008 à presidência do Comité Olímpico de Portugal (COP), reiterando a necessidade de analisar o sucedido.
“Aguardámos quase três meses por uma análise das questões de fundo, mas, com um tacticismo medíocre, o Comandante Vicente Moura, em violação dos estatutos do organismo, avançou para a candidatura extemporaneamente. Somos obrigados a tomar esta posição, não dar o nosso apoio”, afirmou em conferência de imprensa o presidente da FPA.
Fernando Mota, ladeado pelo presidente da Assembleia Geral da FPA, Vítor Mangerão, e pelo seu vice-presidente e chefe de equipa em Pequim2008, Luís Leite, criticou duramente “o facilitismo, os comportamentos, atitudes e declarações” de Moura, “antes, durante e depois dos Jogos Olímpicos”.
“Avaliar o desempenho a meio, só porque não há medalhas e dizer-se que abandonava as tropas, ou seja, os atletas e, depois das medalhas de Vanessa Fernandes e Nelson Évora, voltar atrás? Isto não é de um líder, é de um cata-vento que se afastou do barco e da tripulação”, continuou Mota.
O líder da FPA acusou ainda Vicente Moura de desrespeitar atletas, treinadores e outros dirigentes com o seu espírito “autocrático” e o seu foco nos resultados desportivos, “numa grave violação do espírito olímpico” que faria “o Barão Pierre de Coubertain mexer-se na tumba”.
“O País não pode continuar bipolar. Neste maniqueísmo do oito ao oitenta. Já alguém lembrou que só houve outra situação com impacto mediático semelhante na sociedade portuguesa - o caso Saltillo (Mundial de futebol de 1986)”, declarou Mota, antes de Luís Leite confirmar que as declarações de Moura, durante o evento, provocaram “grande perturbação no seio de todas as equipas olímpicas portuguesas”.
A FPA, que numa conferência de imprensa em 29 de Agosto já tinha pedido um esclarecimento cabal de tudo o sucedido, exigiu ao COP um inquérito ao denominado “caso Marco Fortes” em 08 de Outubro, mas os seus responsáveis afirmaram que ainda não obtiveram resposta.
O lançador do peso Marco Fortes foi um dos atletas olímpicos cujas declarações foram consideradas polémicas e, segundo a FPA, o COP agiu com “o acto sancionatório de o mandar para casa sem qualquer processo disciplinar ou justificação”.
Vítor Mangerão sublinhou que os estatutos do COP estipulam a data de 10 de Fevereiro de 2009 como limite para a entrega de listas concorrentes aos órgãos sociais do organismo, devendo haver espaço para a discussão e, só depois, criadas as bases, o ‘timing’ de apresentação das listas, criticando também “o excesso de poderes institucionais na mesma pessoa”.
“Só admitiremos discutir eleições se todas as federações quiserem fazê-lo. Não temos qualquer candidato”, reiterou Fernando Mota, revelando que terá sido a FPA a convidar Vicente Moura para as eleições do COP em 1997, no primeiro de quatro mandatos seguidos à frente do organismo.
Fernando Mota negou que Leonel de Carvalho, antigo responsável pela segurança do Euro2004, tivesse o seu apoio numa eventual candidatura, sublinhando que a FPA “nunca contactou pessoas”, embora tenha sido abordada para apoiar o antigo presidente do Instituto do Desporto de Portugal, Manuel Brito, entretanto já retirado da corrida.
Vicente Moura já se reuniu na sede do organismo, em Lisboa, com várias federações olímpicas e não olímpicas, colhendo apoios da maioria, mas não convidou a FPA.
Posteriormente, mostrou-se aberto a uma reaproximação a Fernando Mota depois de confirmar que não existia uma candidatura autónoma por parte do atletismo, a modalidade mais medalhada de sempre em Jogos Olímpicos (10 desde Montreal1976) e a que, habitualmente, apresenta a maior delegação.

COI revê análises para detectar doping nos JO

21 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

O Comité Olímpico Internacional (COI) anunciou que vai voltar a analisar as amostras recolhidas durante os recentes Jogos Olímpicos de Pequim, no sentido de encontrar a nova substância Cera, última geração de EPO.
Esta decisão do COI é tomada dias depois da agência francesa de antidoping ter revelado que dois corredores, o italiano Leonardo Piepoli e o alemão Stefan Schumacher, acusaram positivo a esta nova substância proibida.
Piepoli era companheiro de equipa de Ricardo Riccó, na Saunier Duval, que também já tinha acusou positivo a Cera, em Julho .
O COI vai analisar as cinco mil “recolhas”, efectuadas durante as olimpíadas, enviando-as para o laboratório francês que fez o cruzamento entre urina e sangue, que ao que tudo indica, é a forma de detectar Cera.

V. Moura assume recandidatura

21 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Vicente Moura assume que vai recandidatar-se à presidência do Comité Olímpico de Portugal (COP), contrariando assim notícias divulgadas por altura dos Jogos Olímpicos de Pequim que davam conta de que não iria às urnas.
“Tenho atrasado o anúncio da minha recandidatura, mas fica aqui em primeira mão. Se não sentisse apoio por parte das Federações, não estaria aqui”, afirmou Vivente Moura, à margem de uma tertúlia sobre a missão olímpica portuguesa, organizada pela Confederação do Desporto de Portugal e que decorreu na reitoria da Universidade de Lisboa.

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