Renault também ameaça deixar a Fórmula 1

10 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

Depois da Ferrari, é a vez de a Renault anunciar que está a considerar a possibilidade de retirar-se do ‘Grande Circo’.
As limitações orçamentais planeadas pela FIA estão a fazer mossa no Mundo da Fórmula 1. A Renault fez saber hoje que poderá deixar a competição já em 2010, caso as decisões de limitar o orçamento anual a 45 milhões de euros não forem abandonadas.
«Se as decisões anunciadas pelo Conselho Mundial a 29 de Abril não forem revistas, não teremos outra escolha que não a denos retirarmos do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 no final de 2009», declarou o director geral da Renault F1, Flávio Briatore.
A Toyota e a Red Bull também anunciaram, durante o GP de Espanha, que não concordam com as novas regras, que dão às equipas que respeitarem o orçamento de 45 milhões de euros mais liberdade tecnológica (ailerons dianteiros e traseiros ajustáveis, entre outros benefícios).
As equipas que pretendam competir em 2010 têm de comunicá-lo à FIA até 29 de Maio, mas na lista das actuais escuderias só não figuram a Brawn GP, a Force India e a Williams.
Aston Martin, Lola, USF1 e as norte-americanas Penseke e Andretti Green já mostraram interesse em participar na competição.
Renault também ameaça deixar a Fórmula 1
Depois da Ferrari, é a vez de a Renault anunciar que está a considerar a possibilidade de retirar-se do ‘Grande Circo’.
As limitações orçamentais planeadas pela FIA estão a fazer mossa no Mundo da Fórmula 1. A Renault fez saber hoje que poderá deixar a competição já em 2010, caso as decisões de limitar o orçamento anual a 45 milhões de euros não forem abandonadas.
«Se as decisões anunciadas pelo Conselho Mundial a 29 de Abril não forem revistas, não teremos outra escolha que não a denos retirarmos do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 no final de 2009», declarou o director geral da Renault F1, Flávio Briatore.
A Toyota e a Red Bull também anunciaram, durante o GP de Espanha, que não concordam com as novas regras, que dão às equipas que respeitarem o orçamento de 45 milhões de euros mais liberdade tecnológica (ailerons dianteiros e traseiros ajustáveis, entre outros benefícios).
As equipas que pretendam competir em 2010 têm de comunicá-lo à FIA até 29 de Maio, mas na lista das actuais escuderias só não figuram a Brawn GP, a Force India e a Williams.
Aston Martin, Lola, USF1 e as norte-americanas Penseke e Andretti Green já mostraram interesse em participar na competição.

Dacar com mais deserto em 2010

10 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

A próxima edição do Rali Dacar, que vai decorrer na Argentina e Chile entre 2 e 17 de Janeiro, vai contar com mais etapas no deserto, com particular incidência no deserto de Atacama.
De acordo com os responsáveis da prova a segunda edição disputada em terras sul-americanas – com início e final em Buenos Aires – terá sete etapas em cada país, com quilometragem similar.
A organização anunciou, ainda, a introdução de rotas específicas para cada tipo de veículo, no sentido de evitar os problemas surgidos na edição de 2009, em que a passagem das motos deixava impraticável o caminho para carros e camiões.
As inscrições para o Rali Dacar de 2010 terminam a 15 de Julho.

Morreu Chuck Daly, o mágico treinador dos Pistons na década de 80

10 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

Morreu o técnico Chuck Daly, que acabou por perder o duelo mais importante da sua vida contra o cancro nos pâncreas que o afectava nos últimos meses.
Chuck Daly, de 78 anos, membro do «Hall of Fame» da NBA, estava em casa nos últimos meses por causa do cancro no pâncreas acabou por não resistir e o basquetebol norte-americano ficou mais pobre.
O técnico ficou muito conhecido com o magnifico trabalho desenvolvido nos Detroit Pistons, onde conquistou, nos anos 80, dois campeonatos numa equipa que ficou conhecida na altura como os «bad boys». Também dirigiu a «Dream Team» nos Jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992.

Granger eleito o jogador que mais evoluiu na NBA

10 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

O extremo do Denver Nuggets, Danny Granger, foi considerado como o jogador que mais evoluiu na presente temporada da NBA, isto após uma época em que teve a média de 25,8 pontos por jogo.
«Posso dizer honestamente que não contava receber este prémio. Estava de férias, em Itália, de repente recebi a notícia que tinha ganho este prémio», realçou Granger.
O extremo do Denver Nuggets tem vindo a melhorar a sua marca pessoal nos últimos quatro anos e desse modo acabou por ver o seu trabalho recompensado com a conquista deste prémio.

Opinião - António de Oliveira - José Mourinho:

9 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

o mais mediático dos treinadores de Futebol

Que José Mourinho é especial, disso já ninguém tem dúvidas. A dúvida, em relação ao mais mediático dos treinadores de futebol, é se o português vai continuar na senda do sucesso.
Quanto caminho percorrido desde que Pinto da Costa foi buscar o setubalense ao União de Leiria!
Campeão no Porto, para o qual arrebatou os canecos da Champions e da UEFA, foi em seguida para a Inglaterra, para levar o Chelsea a campeão, o que havia 50 anos não acontecia ao clube londrino.
Agora, em Itália, está a festejar o título de campeão com o Inter de Milão.
Mourinho é considerado um dos melhores treinadores de futebol do mundo. Em cada nova época, José Mourinho lá está, pondo as coisas em ordem para ser amado por uns e detestado por outros.
Qual será o seu próximo clube, o Inter ou o Real?
Ainda criança, Mourinho já fazia relatórios técnicos sobre os jogos de futebol a que assistia. A sua paixão pelo futebol levou-o a tentar a sua sorte como jogador mas não era grande coisa e depressa se apercebeu que não tinha talento para voar alto.
Mourinho começou como jogador nos juniores do Belenenses. Quando atingiu os seniores, jogou pelo Rio Ave, Belenenses, Sesimbra e pelo Comércio e Indústria. Mas nada de especial. A natureza não lhe tinha dado pés para ser brilhante como jogador
Mas se Mourinho tivesse sido bom como jogador, teria ele chegado a ser o treinador que é?
Foi a frustração de não ter jeito para jogar á bola que o levou a endurecer o seu caracter, o que lhe deu a força de procurar os mapas dos caminhos que o levaram a ser hoje um dos treinadores de futebol mais importantes e mais bem pagos do mundo da bola.
Quando jogava futebol, José Mourinho estava longe dos ordenados que hoje aufere. Por isso, ia jogando futebol e dando aulas de educação física, ao mesmo tempo que procurava por todos os meios melhorar os seus conhecimentos de treinador, participando em vários cursos, entre os quais os da UEFA.
Foi para no Estrela da Amadora que como adjunto do treinador Manuel Fernandes Mourinho entrou na dança. Depois foi para o Sporting para trabalhar com o técnico britânico Bobby Robson. Ganhou a confiança de Robson e depressa se tornou o seu braço-direito. Foi o início de tudo! Acompanhou Robson na transferência para o Futebol Clube do Porto e depois para o Barcelona. Mas não foi com Robson para o PSV Eindhoven, preferindo continuar no Barcelona e trabalhar com o novo treinador, o holandês Louis Van Gaal.
Em 2000 é finalmente treinador principal de um dos grandes do campeonato português: o Benfica. Toma conta do posto após a quarta jornada, ganhando ao Sporting por 3-0.
Depois foi para a União de Leiria, onde se manteve até Janeiro de 2002, altura em que foi contratado pelo Futebol Clube do Porto. Desde então foi sempre a vencer: dois campeonatos para o FCP (2003 e 2004) e liderou ainda o Porto na conquista da Taça UEFA (2003) e da Liga dos Campeões (2004), e bicampeão inglês, pelo Chelsea (2005 e 2006). No seu primeiro ano no comando da equipa de Milão, José Mourinho, o único treinador estrangeiro na Série A, venceu a Supertaça italiana e o “scudetto”.
Despido de sentimentalismo, Mourinho é implacável consigo próprio e talvez seja esta característica que o levou em velocidade de jacto para a frente da cena internacional.
Sem mesquinhez nem medo de provocar, Mourinho não dá importância a pequenas vitórias ou a brilharetes. Só a vitória total lhe interessa. É um guloso de triunfos!

Figo não descarta ser presidente da FPF

9 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

Luís Figo reconheceu que não descarta assumir o cargo de presidente da Federação portuguesa de futebol (FPF), mas essa situação só poderia acontecer quando Gilberto Madail, com o qual tem “excelente relação”, abandone o cargo.
“A Federação tem lá um presidente com o qual tenho uma excelente relação e acho que nos últimos anos tem feito um bom trabalho. Por isso, enquanto ele lá estiver não existe essa possibilidade, mas não descarto que no futuro não possa exercer uma função de dirigente. Neste momento não penso ainda seguir esse caminho, mas não descarto essa possibilidade”, explicou Figo, em declarações à Antena 1.

Muntari elogia Mourinho

9 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

Aposta de José Mourinho no início da época para reforçar o meio-campo do Inter de Milão, o médio ganês Sulley Muntari mostra-se rendido ao trabalho do técnico português, enaltecendo a capacidade que evidencia para motivar os jogadores.
«São poucos os treinadores que aceitariam jogadores com pequenos problemas físicos ou até psicológicos. A maioria exige que os jogadores estejam sempre a 100 por cento», refere Muntari, sublinhando, então, que «Mourinho encontra sempre a melhor forma para motivar os seus jogadores e conta com eles, mesmo quando não estão no máximo da sua forma».
«É por isso que estou muito feliz por trabalhar com ele. Sinto-me muito feliz no Inter, seria louco se deixasse este clube», terminou.

Reflexão sobre o negócio do futebol

9 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

Artigo de análise, a partir da temporada 2008/09

O futebol profissional português é provavelmente o produto mais fácil e mais difícil de vender.
Mais fácil porque toda a gente sabe o que é, toda a gente sabe que existe, toda a gente sabe onde está à venda.
Mais difícil porque toda a gente desconfia do seu valor, porque quem o fabrica insiste em gritar que o produto está estragado e porque a ocupação do espaço público é quase sempre feita de forma deficiente.
Os pontos fáceis dispensam, julgo, explicação. São evidentes. Ao contrário de outras actividades desportivas/culturais/lazer, o futebol profissional dispõe de abundante espaço de divulgação. Nos meios mais poderosos (televisões em sinal aberto, televisões por cabo, internet, jornais e rádios) e, por consequência, também nas conversas informais (escolas, cafés, empregos, etc).
Milhões de pessoas sabem que o F.C. Porto é tetracampeão. Apenas dezenas conhecem o nome da peça que está em cena no Teatro Aberto.

Mostrar um produto
A vantagem de ter um produto exposto é aumentar a possibilidade de alguém o adquirir. Desde que o produto seja bom.

Aqui começa o problema.
O produto futebol português é, de uma forma geral, visto como pouco qualificado. Por razões pouco discutíveis: erros graves, desconfiança sobre a verdade desportiva, jogadores de qualidade duvidosa, estádios que oscilam entre o muito bom e o mau, horários incertos, nível de linguagem poucas vezes atractivo.
Na prática, o número de pessoas interessadas em pagar para ir aos estádios ver jogos de profissionais não excede, em média, as 100 mil. Um por cento da população, portanto.
Depois há mais alguns que aceitam pagar qualquer coisa para saber o que se passa no futebol português. São os que subscrevem a SportTV e adquirem jornais desportivos. Não existem estudos, mas acredito que muitos são os que também vão aos estádios.
Existe ainda uma categoria, bem maior do que a anterior: são os que aceitam ver futebol na televisão, sem pagar. Um pouco mais de um milhão (audiência média), todos os fins-de-semana.

Façamos contas, então.
Apesar de divulgada como nenhuma outra actividade, o futebol só convence um por cento da população a pagar aos clubes. E se for de borla só atrai a atenção de dez por cento dos potenciais interessados.
No entanto, este número é multiplicado por quatro em grandes eventos que envolvem a selecção nacional, como Mundiais ou Europeus.

Comunicar em televisão
Isto significa, do meu ponto de vista, que pelo menos metade dos que habitam em Portugal nunca terão grande vontade de se envolver com o futebol. Passa-lhes ao lado. E estão no seu direito.
Mas existem dois, três, talvez quatro milhões de pessoas que até admitem ver futebol (e comprar cachecóis, camisolas, etc) se os convencerem de que vale a pena. Os anos Scolari são prova suficiente.
Os dirigentes do futebol deveriam estar preocupados em estudar estas pessoas e encontrar formas de comunicar com elas.
Isto não se faz nos estádios. Esses já estão convertidos.

Fazê-lo nas ruas custa muito dinheiro.
Os jornais desportivos têm audiências cada vez mais reduzidas e são adquiridos, em princípio, pelos mesmos que vão aos estádios (somados os três jornais, hoje em dia falamos apenas em 150 mil compradores/dia).
A internet é um meio poderoso, mas onde cada um é dono do seu destino (sites, blogues, Messenger, twitter, etc, etc).
A televisão por cabo é ainda uma realidade distante para a maioria dos portugueses.
Conclusão: o meio mais eficaz para comunicar com massas continua a ser a televisão em sinal aberto.

Luís Sobral

Vieira contra mercenários e oportunistas

9 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

Luís Filipe Vieira deixou hoje a garantia, durante a inauguração da Casa do Benfica em Vila Pouca de Aguiar, que não vai permitir que «mercenários e oportunistas» se candidatem à presidência do clube como se não tivessem relação alguma com o que classificou como «um dos períodos mais negros» da história do emblema encarnado.
«Por muito que o tempo branqueie a incompetência e o oportunismo de algumas personagens que no passado tiveram, infelizmente, responsabilidades no nosso clube, há ‘delitos’ por acção ou omissão que não podem ficar impunes, nem podem ser esquecidos, porque eles lesaram o Benfica, prejudicaram e comprometeram, durante muito tempo, os legítimos interesses e esperança de todos os benfiquistas», afirmou Vieira, que, sem citar nomes, frisou que não vai «aceitar de ânimo leve que alguns desses responsáveis por parte de um dos períodos mais negros» da história do clube «se possam agora apresentar como se nada tivessem a ver com esses tempos».
«Esta camisola não serve a qualquer um, não serve a mercenários, nem a oportunistas», avisou, frisando, ainda, que a equipa «está unida e empenhada nos desafios» que tem pela frente.

Veiga deseja voltar ao Benfica, critica Vieira e lamenta “péssima” a época

9 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

O antigo director-geral da SAD do Benfica José Veiga expressou o desejo de voltar ao clube e classificou o terceiro lugar na Liga portuguesa de futebol de “inimaginável” e “inadmissível”, responsabilizando directamente o presidente, Luís Filipe Vieira.
José Veiga, que declarou não ser “candidato a nada” e que não “tem dúvidas” do regresso ao clube, fez um “balanço péssimo” da temporada do Benfica e revelou preocupação pela “tranquilidade” dos responsáveis do emblema da Luz, salientando a necessidade de “as coisas serem ponderadas” no final da época.
“É inadmissível que o Benfica esteja constantemente a lutar pelo segundo e terceiro lugares. É importante que as pessoas acordem, que os sócios acordem porque a história do Benfica não é compatível com esta péssima classificação que se tem arrastado ao longo dos anos”, disse
Sublinhando que “está muito atento e preocupado com a campanha que o Benfica tem feito nos últimos anos”, José Veiga criticou o facto de se “discutir problemas que não são os de fundo” e observou que devem ser pedidas responsabilidades, dirigindo-se directamente a Luís Filipe Vieira.
“Continuo a ler jornais e a ver programas de televisão onde se discute o problema do treinador e dos jogadores, sabendo-se que esse não é o problema. É um problema de fundo, de estrutura, de liderança, de organização e de presidente e esse é o problema que devia ser discutido agora”, acrescentou.
Veiga argumentou que “terão de ser analisados os resultados e exigidas responsabilidades a quem de direito”, reiterando que, “ao contrário do que muita gente pensa, o problema não é de Quique Flores e dos jogadores, mas de quem lidera”.
O ex-empresário, director-geral do Benfica no último ano em que o clube se sagrou campeão nacional, em 2004, assinalou que existem “muitas e muitas coisas” para explicar aos sócios, exemplificando com “o orçamento” e “os 60 milhões que foram contratados nos últimos dois anos”, além de a “massa salarial deste ano”, a “mais elevada de toda a história do Benfica”.
Depois de ter criticado o facto de Quique Flores ter sido “desapoiado” e “abandonado”, José Veiga referiu-se ao treinador espanhol como “mais uma vítima” e aludiu ainda a Rui Costa, director desportivo, quando instado a responder por alegadamente estar à margem das negociações com o técnico Jorge Jesus, supostamente conduzidas por Luís Filipe Vieira.
“Esse filme é ‘dejá vu’. A mim não me surpreende. Cada pessoa tem a sua forma de estar no desporto e na vida. Rui Costa terá a dele, mas é um benfiquista como muitos”, acrescentou, não admitindo que é expectável face às críticas a Luís Filipe Vieira a avançar como candidato.
O ex-agente FIFA disse que quer apenas “ver o Benfica campeão” e afirmou que já foi “procurado por muita gente”, salientando que existe “muita gente descontente” no Benfica e desejando que “haja um grupo de pessoas que estejam disponíveis para encontrar uma alternativa”.
“A única coisa em que estou disponível é ajudar o Benfica, mas não aceito de forma alguma estes resultados. Não posso aceitar de maneira nenhuma que o Benfica se contente ou fique satisfeito pelo terceiro lugar”, concluiu.