Gerrard diz que Benítez foi o melhor treinador que teve

13 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Steven Gerrard elegeu os cinco melhores treinadores que teve na carreira, uma espécie de Top 5 feito no site oficial do Liverpool. No topo das preferências do capitão do clube inglês está Rafa Benítez.
“Ao escolher o melhor treinador tenho de olhar para quem me deu as melhores noites da carreira e esse foi sem duvida Rafa. Ganhei a Liga dos Campeões, a Taça de Inglaterra, jogos contra o Olympiacos, a Juventus ou o Chelsea. O Rafa esteve em todas estas vitórias”, sublinhou Gerrard.
Para além das conquistas colectivas, o capitão do Liverpool sublinhou ainda que se tornou um jogador diferente com o técnico espanhol: “Ele conseguiu que o meu jogo tivesse um nível diferente e espero que continue a fazê-lo. A grande virtude de Rafa é que é um vencedor. Ele não é um homem que grite ou gesticule, é um homem tranquilo que explica perfeitamente todas as situações podemos encontrar num jogo. Quando estamos no balneário, antes de um jogo, não falta analisar nada porque já trabalhámos tudo antes. É um grande técnico.”
A segunda escolha de Gerrard vai para o actual seleccionador de Inglaterra: “Fábio Capello é o número dois, embora eu tenha trabalhado com ele ainda pouco tempo. Ele é muito parecido com Rafa. Domina a táctica e é muito rigoroso disciplinarmente. Esperamos que ele consiga levar Inglaterra ao sucesso no futuro.”
Gerard Houllier está em terceiro lugar nas escolhas de Gerrard, seguindo-se Steve Heighway e por fim Sammy Lee, actual adjunto de Benítez no Liverpool e treinador das reservas do clube inglês, antes do internacional ser chamado à equipa principal.

Hélio Sousa diz acreditar no trabalho de Carlos Queiroz

13 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

O treinador do Sporting da Covilhã, Hélio Sousa, acredita no trabalho do seleccionador português Carlos Queiroz, embora reconheça que “os resultados não têm sido nada bons”.
Hélio Sousa foi internacional sub-20 no ano em que a equipa das “quinas”, orientada por Carlos Queiroz, foi campeã mundial, em Riade, em 1989.
O agora treinador do Sporting da Covilhã falou aos jornalistas após o jogo entre a sua equipa e o Gondomar, para a nona jornada da Liga de Honra (1-1), e aproveitou para endereçar uma “mensagem de apoio” a Carlos Queirós.
“Tive óptimas experiências com o agora seleccionador nacional. Conheço o seu potencial e estou convencido de que vai conseguir inverter estes maus resultados”, disse Hélio Sousa.
Para o treinador do Sporting da Covilhã a “tarefa” de Carlos Queiroz “não é fácil”, até porque, admitiu o ex-jogador, “os resultados não têm sido os melhores, isso é claro, e há instabilidade na equipa”.
Hélio Sousa defendeu também que “há muitas diferenças” entre a “nova selecção nacional de Queiroz” e aquela que foi conduzida pelo brasileiro Luiz Felipe Scolari.
“Vejo muita inexperiência. Estes jogadores jogam em campeonatos europeus muito competitivos, mas ainda são inexperientes e ainda não jogam como grupo. Vai ser muito difícil para o seleccionador, mas ele tem de ter o nosso apoio. O meu tem com certeza”, disse o técnico.
Hélio Sousa pediu que fosse dado “tempo” a Carlos Queiroz: “A vida e o futebol são assim. A geração de ouro acabou por dar a Portugal conquistas importantes, às quais não estávamos habituados”.
“Salvo algumas excepções, nunca tínhamos tido a felicidade de festejar tantos jogos nas principais competições. Isso tornou os adeptos portugueses demasiado exigentes. Agora há que dar tempo aos novos e a Queiroz”, concluiu.

“Quando olho para trás, sinto tremendo orgulho”, diz Luís Filipe Vieira

13 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Luís Filipe Vieira aproveitou a inauguração oficial da Casa do Benfica em Ovar para fazer balanço dos cinco anos como presidente do clube da Luz. “Quando olho para trás, e vejo o ponto de partida e onde estamos, sinto tremendo orgulho no caminho percorrido até agora”, afirmou.
O presidente dos “encarnados”, recebido em autêntico ambiente carnavalesco, recordou as dificuldades que encontrou quando assumiu a presidência do clube a 31 de Outubro de 2003, enaltecendo por isso a “determinação e vontade” em reerguer o Benfica.
“Quando cheguei ao clube, procurámos recuperar não apenas o património material, mas principalmente o humano. O Benfica é um projecto intemporal, independentemente de quem estiver à frente do clube. O que é importante é garantir a seriedade das pessoas e evitar erros do passado. As pessoas devem servir o clube e não servirem-se dele”, referiu, perante cerca de 200 adeptos presentes no almoço comemorativo.

Tristes e envergonhados

13 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

No seu regresso a Portugal, a Selecção Nacional aterrou no aeroporto da Portela com alguns apupos e assobios como pano de fundo, Gilberto Madail assumiu sentimento de tristeza e vergonha com a pesada derrota imposta pelo Brasil. “Este jogo tocou na nossa honra”, desabafou o líder federativo.
“Estamos muito tristes e envergonhados com este resultado, que afecta temporariamente o prestígio da Selecção Nacional. Peço desculpa aos portugueses por esta exibição menos conseguida”, afirmou Madail, à saída da zona VIP do aeroporto da Portela, onde alguns adeptos deram azo ao seu descontentamento, apupando a comitiva da equipa das quinas.
“Este jogo tocou na nossa honra”, assumiu, fazendo questão de lembrar que Portugal chega do Brasil “com o mesmo número de pontos” - em alusão ao carácter particular do encontro -, ao mesmo tempo que manifestou “confiança no trabalho que está a ser feito, no sentido de corrigir o que há para corrigir e para pôr a Selecção nos níveis em que estava, e ainda mais altos”.
“Vamos trabalhar em conjunto para prepararmos a qualificação para o Mundial, isso é o mais importante”, rematou.

Kaká defende altos salários dos futebolistas

13 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

O brasileiro diz que os jogadores são o centro de um grande negócio

O brasileiro diz que os jogadores são o centro de um grande negócio

O brasileiro Kaká, “Bola de Ouro” e Melhor Jogador FIFA em 2007, saiu em defesa dos altos salários que auferem os futebolistas, numa entrevista publicada domingo 23 de Novembro pela revista carioca “Época”.
O jogador do AC Milan acedeu responder a perguntas dos leitores do semanário e deparou-se com algumas incómodas, como a de uma mulher que o questionou se considerava “justo” que um jogador de futebol ganhe milhões de dólares, quando a maioria dos seus adeptos vive na miséria.
“Creio que sim (que é justo)”, respondeu Kaká.  O jogador argumentou que “infelizmente foi criado esse comentário de que os jogadores de futebol ganham demasiado sem o merecer”, mas considera que “o futebol é um negócio que gera biliões de dólares”.
“O centro desse negócio são os jogadores e nada mais justo que aqueles que fazem girar o negócio sejam remunerados justamente”, disse, sublinhando que tal acontece por serem “empregados competentes de uma empresa que consegue produzir”.
Kaká respondeu, inclusive, a perguntas de carácter pessoal, como o facto de ter chegado ao casamento virgem, devido às suas profundas convicções religiosas.
“Quando me criticam em relação a esse assunto, normalmente falam como se fosse um pobre tipo manipulado e a verdade não é essa. Sei muito bem o que fiz e o que representa na minha vida e na da minha mulher”, afirmou o jogador, que casou o ano passado e é pai de um menino de 6 meses.

Brasil-Portugal: O massacre visto pelo Mundo

13 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Foi madrugada dentro, e a Europa ainda está a acordar para as notícias da noite. E aí a goleada do Brasil a Portugal é destaque óbvio.
A italiana “Gazzetta dello Sport” tem o título mais entusiasta. “Brasil esfusiante, Portugal desintegrado”, escreve o jornal cor-de-rosa. “Para memória futura: não espicaçar o Brasil. Nem quando se acredita em crise (zero golos nos três últimos jogos em casa), nem se se está em vantagem ao fim de poucos minutos, a controlar o jogo. O Portugal deu-se conta disso amargamente”, constata a crónica.
Em França, o L’Equipe constata que o Brasil “varre” Portugal. Mais simpático, o espanhol Marca fala de um jogo “marcado pelo carácter ofensivo das duas equipas” e diz que o Brasil conseguiu uma “Goleada balsâmica para fechar o ano”. “Ambas as equipas saíram dispostas a dar um bom espectáculo, o que não tardou a traduzir-se em golos”, diz a crónica.
No Brasil os títulos são obviamente entusiastas. “Uma festa brasileira com certeza”, diz o site da Globo. “Fabuloso!”, grita a primeira página do desportivo Lance, sobre uma imagem de Luís Fabiano, autor de um “hat trick” na goleada por 6-2. “Brasil dá show e massacra Portugal”, nota ainda o Estado de São Paulo.

Rescaldos: Helton e os heróis

13 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Uma das piadas do futebol é a facilidade com que faz e derruba heróis.
Helton é apenas o caso mais recente. Há poucas semanas atrás, parecia existir unanimidade entre os adeptos do F.C. Porto: Nuno na baliza já. Helton foi para a bancada e se olharmos ao rendimento dos jogos que antecederam a decisão de Jesualdo, pouco havia a contestar.
Nuno não aproveitou as oportunidades, Helton regressou e o F.C. Porto venceu em Kiev e afastou o Sporting da Taça de Portugal. Em ambos os jogos, sobretudo em Alvalade, o guarda-redes foi decisivo.
Na realidade, Helton vale hoje exactamente o mesmo que valia há um mês. No futebol, a linha que separa o sucesso do fracasso é muitas vezes demasiado fina, o que devia desencorajar análises definitivas e convencidas. De treinadores, de adeptos e, claro, de nós, os que fazemos vida de comentar futebol.

PS: De um clássico intenso sobram ainda as boas exibições de Izmailov, Polga e Rochemback (apesar da má figura no golo de Hulk, como quem corre para trás). O Sporting foi eliminado, mas em largos momentos da partida actuou a um nível nunca visto esta época. Do lado portista, a confirmação de que Hulk continua a ter muito a melhorar. Esta forma de jogar é tão insólita que pode conduzir a grandes coisas (como no golo) e a grandes falhas (como a expulsão). Além de enervar os colegas, claro.

Bento volta a irritar APAF

13 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

António Sérgio, presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), voltou a mostrar-se profundamente irritado e saturado com as insinuações levantadas por Paulo Bento após o Naval-Sporting.
“Lamentamos que tenha voltado a comentar a actuação do árbitro, pois o presidente da APAF não comenta a actuação dos treinadores. Depois, este tipo de declarações é do pior que pode haver para desprestigiar o futebol, que, como sabemos, é um negócio, e em negócio algum se utiliza o sistema do bota abaixo. E certas pessoas do futebol nacional são useiras neste tipo de comportamento, o que causa elevados prejuízos neste grande negócio deste país. São declarações destas que desprestigiam o futebol e prejudicam toda a economia que envolve o negócio futebol. Por isso há cada vez menos investidores, menos gente nos estádios… “, defende António Sérgio.
O líder da associação de classe dos árbitros assegura que “a APAF não persegue ninguém, trata toda a gente da mesma forma”. “Estou saturado, isto não se vê em mais lado nenhum. Será que as pessoas não percebem isso?”, acrescenta.
António Sérgio deixa ainda outra questão: “Porque é que o Paulo Bento só critica a APAF e não o faz em relação ao Conselho de Arbitragem da FPF, cuja queixa está na origem do processo disciplinar que lhe foi instaurado? Porque não os atacam?” “Gostava de saber o que me acontecia se, no final de um julgamento, criticasse o meu colega advogado e os juízes… De certeza que me iria acontecer alguma coisa de grave”, afirma ainda, enquanto revela que as declarações do técnico, assim como de Pedro Barbosa, vão ser alvo de análise.
Aliás, António Sérgio comenta também as declarações proferidas pelo director leonino ainda na Figueira da Foz: “São uma ofensa à ética desportiva. É inaceitável!”

Atribuição do Mundial-2018 em Dezembro de 2010

13 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

O secretário geral da FIFA, Jérôme Valcke, revela que o organismo pretende atribuir em Dezembro de 2010 a organização do Mundial-2018, competição à qual Portugal e Espanha poderão apresentar candidatura conjunta.
Segundo Jérôme Valcke, a FIFA pretende seguir calendário similar aquando da designação do Brasil como país organizador do Campeonato do Mundo de 2014, pelo que para a prova de 2018 a organização será igualmente atribuída com sete anos de antecedência.
Neste sentido, o prazo para apresentação de candidaturas vai abrir já no início do próximo ano.

Carlos Queirós quer saber com quem salta para a selva

13 décembre 2008 por admin · Deixar um comentário 

Carlos Queirós não quer comparações com Scolari. Sobretudo depois de cinco anos e meio do brasileiro à frente da Selecção, em circunstâncias diferentes, contra apenas os seus três meses. Mas, por muito que diga que “o passado só serve para colher ensinamentos para o presente e o futuro”, é inevitável analisar o curto reinado do actual seleccionador à luz do que foi feito antes.
Ainda assim, Carlos Queirós lembra, como lembrara o próprio Scolari há dois anos, que o que conta são os resultados. Para já aquém das expectativas, mas as contas têm de ser feitas no final da qualificação.
Há, no entanto, outras comparações quase inevitáveis, a nível do feitio, da personalidade, do carisma… “O carisma faz-se com o tempo, os resultados, o sucesso, o número de jogos, o número de treinos, oportunidade de comunicar… Desde o dia em que entrei na Federação, recusei autopromover-me. Podia falar todos os dias, mas não é isso que eu quero. A prioridade foi concentrar-me nas Selecções. Ninguém pode andar a criar empatias se não andar aí pelos jornais e pelas televisões a dizer eu sou isto ou eu sou aquilo. Convém perceber que não estamos a promover um Europeu ou um Mundial que se vai realizar em Portugal, onde temos uma dinâmica que agora não temos. Oxalá tivéssemos.”
Mas se não teve o tempo para experiências que Scolari teve, Queirós tem, em todo o caso, de agarrar um grupo de jogadores que não conhecia até há três meses. Um trabalho de conhecimento que ainda não está concluído. “Está melhor, mas ainda não é suficiente. Diria que só conheço os jogadores quando ao pequeno-almoço olho para eles e não preciso de falar com eles para saber como é que estão. Como fazemos com os nossos amigos e os nossos filhos. Essa relação de confiança, essas cumplicidades pessoais são resultados de meses de trabalho, de sucessos juntos, de sofrer e rir juntos; saber que quando a ponte abana ninguém volta para trás. Quero saber com quem salto para a selva.”
Por isso garante que não há jogadores que não possam ser chamados à Selecção — desde os que estiveram e agora não estão aos que ainda nunca foram chamados. “Não é com passes de mágica que se resolvem as coisas e o jogador tem de saber o que é que eu espero dele. É justo que ele tenha essa oportunidade. Temos de saber quem é quem, quem está com quem.”