Enterrado vivo
16 juin 2008 por admin · Deixar um comentário
Um bêbado ia passando pelo cemitério, de madrugada, quando ouviu uma voz abafada:
-Socorro, tirem-me daqui! Eu não estou morto, por favor!
O bêbado observou à sua volta e conseguiu ver uma mão, saindo de uma cova rasa.
Aproximou-se e pisou-a várias vezes dizendo:
- Não tá vivo, não! Você tá é mal enterrado!
O presente do último dia de aula
16 juin 2008 por admin · Deixar um comentário
No último dia de aulas todos os alunos trazem presentes para a professora. O filho da dona da loja de chocolates entrega uma caixa. Ela pega, dá uma sacudidinha e diz:
- Acho que são bombons…
- Acertou, professora!
A filha da dona da livraria entrega um embrulhinho e diz:
- Tão pesado… acho que é um livro.
- Acertou, minha senhora…
O filho do dono da loja de bebidas entrega uma caixa. Ela nota que a caixa está vazando, coloca o dedo por baixo, apanha uma gota que cai, prova e arrisca:
- É um vinho…
- Não, professora!
Ela agora apanha uma gota do líquido directamente com a boca, saboreia e diz:
- É uma aguardente…
- Não, professora…
- Ah, é tão bom… mas desisto. O que é que me deu Carlinhos?
- Um cãozinho, minha senhora…!!!
Anedota da Manhosa
16 juin 2008 por admin · Deixar um comentário
Uma mulher e um homem envolvem-se num acidente de carro. Ambos os carros ficam completamente destruídos, mas espantosamente nenhum dos dois ocupantes fica ferido.
Após terem abandonado os seus veículos, a mulher diz: “Olhe para os nosso carros, completamente destruídos, mas mesmo assim saímos ilesos do acidente… isso deve ser um sinal divino de que devemos confraternizar, não acha?”
Já com segundas e terceiras intenções, o homem responde “Claro!”
“Veja… está tudo destruído, mas essa garrafa de vinho está intacta. Isso só pode ser um sinal divino, para celebrarmos o facto de estarmos vivos!”
“Com certeza!”
Dito isso, ela abre o vinho e dá a garrafa ao homem, que toma uma boa golada, para relaxar, e a passa de volta à senhora.
Ela fecha rapidamente a garrafa, ao que ele pergunta: “Você não vai beber?”
“Não, obrigada… agora só preciso esperar pela policia…”.







