Comunidade : História do Dia da Mãe

1 juin 2008 por admin · Deixar um comentário 

Há historiadores que reclamam as comemorações do Dia da Mãe às mais antigas festividades decorrentes na Grécia antiga, aquando da Festa da Primavera, na qual se honrava a Mãe dos Deuses - Rhea. Na mitologia grega, Rhea foi a mãe de Zeus e irmã de Kronos, considerada como uma das mais influentes deusas em Creta, Arcadia e Phrygia. Assim como a deusa Gaia, Rhea seria também considerada a mãe de todos os Deuses.
Também em Roma, a Mãe era celebrada em honra de Cybele, a mãe dos deuses romanos, mesmo antes do nascimento de Cristo.
No século XVII, a Inglaterra popularizou o “Domingo da Mãe” nos dias que antecediam o Domingo de Páscoa, como homenagem a todas as mães de Inglaterra, sendo mesmo concedido um dia de folga para que se celebrasse este dia na sua plenitude.
O Cristianismo instituiu a festa da “Igreja Mãe”, verdadeira força espiritual capaz de proteger os homens de todos os males. Habitualmente, esta festa da Igreja fora sendo associada também à celebração do “Domingo da Mãe”.
Também no continente Americano, mais concretamente nos Estados Unidos, as comemorações do Dia da Mãe foram sugeridas, pela primeira vez, por Julia Ward Howe no ano de 1872, um dia cujo significado fora assumidamente associado a um dia de Paz contra o flagelo da Guerra Civil.
Porém, o verdadeiro Dia da Mãe é comumente associado a Anna Jarvis.
Aos 41 anos de idade, Jarvis perdera a sua mãe. Com sua irmã Elisinore, sentiram a sua grande e irremediável perda levando-as a reflectir sobre o facto de não existirem demonstrações concretas de apresso para com as mães.
Anna Jarvis decidiu fazer algo, na esperança de que a celebração de um dia dedicado à Mãe iria estimular a estima e consideração dos filhos para com os seus pais, para além de incentivar os laços familíares.
Mas foi em 1907 que Anna empreendeu o esforço necessário à instituição do Dia da Mãe. Com a ajuda de seus amigos, empreendeu uma campanha por correio com vista a obter apoio de congressistas, políticos influentes e personalidades da sociedade norte-americana, com o objectivo de ser oficialmente declarada uma data comemorativa do Dia da Mãe.
Os seus esforços goraram o efeito desejado, e foi a 10 de Maio de 1908 que, pela primeira vez, numa cerimónia religiosa, Anna Jarvis honrou sua Mãe.
Para adornar a cerimónia foram utilizados cravos vermelhos, a flor favorita da mãe de Anna. Desde então, os cravos vermelhos converteram-se no símbolo da mães em vida e os cravos brancos o símbolo das mães que já partiram.
A primeira proclamação do Dia da Mãe deu-se três anos depois, em 1910, instituída pelo Governador do Estado da Virgínia, Estados Unidos. Um ano depois, o Dia da Mãe foi a pouco e pouco sendo comemorado em todas as partes do mundo, desde o México, Canadá, Japão, no Continente Africano e na América do Sul.
Em Dezembro de 1912 foi criada a Associação do Dia Internacional da Mãe com vista à promoção generalizada desta efeméride tão especial em todo o mundo.
Em Portugal, o Dia da Mãe foi comemorado, em tempos idos, no dia 8 de Dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, a Padroeira de Portugal. Também o Dia 13 de Maio é ainda hoje associado às comemorações da Mãe. Porém, actualmente foram instituídas as comemorações do Dia da Mãe, no primeiro Domingo do mês de Maio.

Comunidades : Bairro de Toronto com forte marca portuguesa é assinalado como «lugar histórico»

1 juin 2008 por admin · Deixar um comentário 

A área do conhecido mercado de Kensington, em plena baixa de Toronto, passou a ser assinalada como “lugar histórico nacional canadiano”, na sequência de uma proposta do professor universitário português José Carlos Teixeira.

Numa cerimónia oficial que teve lugar a 25 de Maio, foi descerrada uma placa que declara a área “lugar histórico nacional”, na presença de representantes dos Governos federal e da província do Ontário, da cônsul-geral de Portugal em Toronto e do proponente do projecto - José Carlos Teixeira, entre outras individualidades.

Este antigo docente da Universidade de Toronto e actual professor na Universidade da Colúmbia Britânica/Okanagan (UBCO), foi o autor do pedido feito em 2003 para o reconhecimento do valor histórico do mercado de Kensington à escala nacional.

A proposta, após a análise da comissão que tutela os monumentos de interesse histórico no Canadá, foi aceite pela então ministra federal do Ambiente, Rona Ambrose, em Novembro de 2006, a qual deu, de imediato, início ao processo de elaboração e colocação da placa alusiva respectiva, que hoje será oficialmente inaugurada naquele bairro.

“Sinto-me muito feliz pelo reconhecimento do mercado de Kensington como lugar histórico canadiano, onde a comunidade portuguesa desempenhou um papel importante, e também porque penso ter sido o único português a fazer uma proposta [do género]“, declarou à imprensa Carlos Teixeira.

O professor de Geografia Social da UBCO não escondeu que o facto de ser português e a zona de Kensington ter forte marca portuguesa “pesaram” na sua motivação para iniciar, em 2003, o processo de pedido. Área de forte pendor multiétnico, “o mercado de Kensington foi uma das grandes portas de entrada de imigrantes no país e em Toronto. Entre eles, italianos, chineses e também portugueses, tendo estes ali desempenhado papel de rejuvenescimento urbano nos anos 60, impedindo a sua demolição”, frisou o investigador português.

“A área de Kensington foi o embrião da comunidade portuguesa em Toronto. Desde logo, foi o primeiro ponto de concentração dos portugueses quando começaram a chegar à cidade em meados dos anos 50″, nos primórdios da emigração oficial lusa para o Canadá, referiu.

“O primeiro comércio português em Toronto nasceu em Kensington, na rua Nassau, na década de 50. Era o Restaurante Sousa, de António de Sousa. Assim como as primeiras mercearias, agência de viagens portuguesas e o Primeiro Clube Luso-Canadiano também ali foram criados”, enunciou.

Paulatinamente, ao longo dos anos 60 e 70 a presença lusa foi crescendo, escolhendo a zona para residência e negócio, a ponto de vir a deter “a maior parte dos comércios na zona” e uma das suas artérias principais, a avenida Augusta, ser conhecida como a “rua dos Portugueses”.

“Mas, os imigrantes portugueses tiveram igualmente um papel activo e de relevo na preservação urbana da área que estava para ser demolida, ao pintarem e renovarem os prédios e edifícios, tal como os portugueses fizeram no bairro São Luís, em Montreal”, realçou.

Este paralelismo entre o desempenho dos portugueses em prol da do urbanismo em Kensington e no bairro São Luís, em Montreal, este já declarado como local de interesse histórico canadiano, reforçou em José Carlos Teixeira a ideia de avançar com o pedido com a mesma finalidade.

Hoje em dia, a presença portuguesa naquela zona de Toronto, localizada paredes-meias com a famosa “Chinatown”, é diminuta.

Assistiu-se, nas últimas décadas, à deslocação da comunidade para outras zonas da cidade, principalmente as ruas Dundas e College, conhecidas actualmente como as áreas de maior confluência lusa, onde se situam o “Portugal Village” e a “Rua Açores”.

Mesmo assim, há emigrantes e negócios portugueses que não arredam pé de Kensington, a par muitos outros vestígios visíveis em nomes de lojas e casas, muitas vezes já pertencentes a proprietários de outras origens.

É frequente, por entre os transeuntes com que nos cruzamos nas apertadas ruas do típico mercado, sermos surpreendidos ao ouvir falar o Português, sobretudo dos Açores.

Télécommunication : Nokia lance un mobile doté d’un porte-monnaie électronique

1 mai 2008 por admin · Deixar um comentário 

Nokia, le premier fabricant mondial de téléphones portables, annonce qu’il commercialisera au troisième trimestre un nouveau combiné, le 6212 Classic, équipé d’un système de paiement sans contact.
Le système connu sous le nom de Near Field Communication (NFC, communication de proximité), s’appuie en partie sur la technologie RFID (Radio frequency identification), qui permet d’échanger des données par radiofréquence entre un lecteur et un mobile ou entre deux terminaux sur une courte distance sans que les appareils aient besoin d’être reliés physiquement entre eux.
Avec la technologie NFC, les téléphones mobiles peuvent ainsi servir de moyen de paiement, permettre à des utilisateurs voisins de partager sans fil différents contenus comme la musique et d’autres services proposés par les opérateurs.
Le 6212 Classic, qui est équipé d’un appareil photo numérique et d’un lecteur musical, devrait être vendu environ 200 euros, hors subvention et taxes, a précisé Nokia.

Page 10 de 10«12345678910