Cooperação económica: Projecto ibérico “Fluvial” quer dinamizar zona fronteiriça

9 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

Um grupo de entidades portuguesas e espanholas lançou um novo projecto para dinamizar a economia da zona fronteiriça a partir do desenvolvimento turístico do Douro Internacional.
Projecto “Fluvial”- Novas cidades fluviais para o século XXI é o nome da iniciativa que tem como parceiros, do lado português, a Câmara de Miranda do Douro e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e, do lado espanhol, os ayuntamientos de Zamora e Toro.
O projecto tem ainda a participação da Associação Ibérica de Municípios Ribeirinhos do Douro.
Segundo divulgaram os promotores, “este projecto tem como objectivo estratégico valorizar o Património Histórico e natural do Rio Douro para desenvolver um turismo sustentável que dinamize a economia da zona transfronteiriça”.
O projecto “Fluvial” tem já algumas actividades programadas como um Congresso Ibérico de Turismo e a sua influência no desenvolvimento local e sinalização de itinerários, caminhos e rotas com valor paisagístico, patrimonial, cultural, etc.
Os parceiros pretendem também criar uma imagem de marca turística para “despertar o interesse dos potenciais turistas”, mas também para atrair mais parceiros da zona ribeirinha do Douro.
Além das medidas conjuntas estão também previstas intervenções em cada um dos municípios como a criação de um centro de interpretação histórico do Douro, em Zamora, a revitalização do centro histórico de Toro e um Museu de técnicas agrárias tradicionais, em Miranda do Douro.

Curiosidades: Morcegos garantem conservação dos livros das antigas bibliotecas

9 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

Centenas de morcegos vigiam diariamente duas das mais antigas bibliotecas de Portugal, na Universidade de Coimbra e no Palácio de Mafra. É a sua habilidade para capturar insectos que assegura a preservação dos livros.
Os morcegos são o único mamífero capaz de voar e só o fazem de noite, emitindo sons de alta frequência inaudíveis ao Homem e que dificultam a observação e estudo das 26 espécies deste animal que se sabe que existem em Portugal.
Numa noite do ano passado, Jorge Palmeirim, investigador de aves e morcegos na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, apetrechou-se com equipamento para medição sonora e deslocou-se à biblioteca Joanina de Coimbra para tentar perceber que morcegos continuavam a usar os abrigos daquele espaço, onde estão instalados há mais de 200 anos.
“Não consegui ver, só ouvir, mas cheguei à conclusão, pelos excrementos que encontrei, que estão lá pelo menos duas espécies de morcegos”, conta o professor.
Em todo o país, e além de Coimbra, só se conhece um outro abrigo de morcegos em bibliotecas, no Palácio de Mafra, supondo-se que a preferência da espécie por estes espaços possa estar relacionada com o revestimento antigo de madeira.
“Os morcegos são também muito conservadores nos abrigos. Têm tendência para repetir por várias gerações os mesmos locais de abrigo e preferem edifícios antigos”, explica Jorge Palmeirinha.
Em Coimbra existem documentos com cerca de 200 anos que comprovam a compra, nesse tempo, de peles semelhantes às que ainda hoje a biblioteca Joanina utiliza para, diariamente, cobrir mesas antigas de forma a protegê-las dos excrementos dos morcegos.
“Os morcegos habitam na biblioteca desde que há memória. As mesas da biblioteca são protegidas com peles todas as noites, porque são também antiguidades, e os morcegos circulam livremente, comendo os insectos”, diz o director da biblioteca da Universidade de Coimbra, Carlos Fiolhais.
Em Mafra também são os morcegos, e as boas condições climatéricas proporcionadas pelas paredes altas e a madeira do século XVIII, que explicam o “óptimo estado de conservação” dos livros, segundo a responsável pela biblioteca, Teresa Amaral.
Um morcego pode devorar 500 insectos por dia e, por isso, ninguém questiona que durante a noite se ausentem das bibliotecas para caçar. Estas entradas e saídas são facilitadas pelas fendas e orifícios comuns nas bibliotecas antigas.
“Uma pequena colónia de dez morcegos come um quilo de insectos por noite. Imagino quantos insectos são precisos para um quilo..”, comenta Jorge Palmeirim.
Das 26 espécies destes mamíferos que habitam em Portugal, e que representam várias centenas de milhares de morcegos, as que vivem nas grutas são as mais ameaçadas.
“Durante anos as grutas foram bloqueadas por pastores para proteger as suas ovelhas e também por pessoas que estigmatizavam a espécie” porque os morcegos são muitas vezes associados a bruxaria, conta Jorge Palmeirim.
Também os pesticidas da agricultura, por contaminarem insectos ingeridos por morcegos, têm sido responsáveis pelo decréscimo de algumas espécies.

Vestuário: Português vestido com 268 t-shirts em simultâneo supera recorde mundial

9 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

O representante de uma marca de t-shirts Eduardo Freitas vestiu 268 t-shirts em simultâneo, batendo o recorde do mundo que constava no Guiness Book.
Perante uma plateia de cerca de 500 curiosos no Centro Comercial Palmeiras, em Oeiras, Eduardo Freitas vestiu a primeira t-shirt cerca das 15:30, chegando à 268/ª t-shirt duas horas depois.
No fim da prova, alguns espectadores descreveram que os braços do recordista “estavam todos roxos” e que a figura de Eduardo Freitas “até metia impressão” devido ao grande volume de t-shirts vestidas.
A iniciativa de bater o recorde do Guiness Book corresponde a uma “estratégia publicitária” da marca OmniWear, empresa sediada em Viana do Castelo, para “vencer a crise”, explicou a organização.
A marca vai agora fazer um vídeo publicitário para divulgar em redes sociais on-line.

Extraterrestres: OVNI visto em Alfena em 1990 continua por explicar

9 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

O Objecto Voador Não Identificado (OVNI) observado em Alfena, Valongo, em 1990 continua por explicar, diz o professor de Astrobiologia na universidade norte-americana do Texas em Austin, Carlos Oliveira.
“Existem centenas de testemunhas que viram o objecto, e em várias cidades e vilas. Quando o objecto se afastou de Alfena, passou por várias localidades. A existência de diversas testemunhas, sem contacto umas com as outras e a relatarem o mesmo objecto, prova a existência dele”, referiu Carlos Oliveira.
O especialista salientou que quatro fotografias do OVNI, captadas por um fotógrafo amador, “foram enviadas para a NASA e para a Kodak e foram dadas como verdadeiras”.
“Não foram feitas em computador e o objecto parece ser real e a perspectiva também parece verdadeira. Ou seja, as fotos não são mentira e o objecto estava lá”, afirmou, realçando que até agora não foi encontrada explicação para o facto.
O objecto fotografado em Alfena na manhã de 10 de Setembro de 1990 tinha forma esférica e cinco apêndices que se assemelhavam a patas.
Testemunhas ouvidas por investigadores e jornalistas afirmaram que o OVNI foi visto durante cerca de 50 minutos, primeiro por um grupo de crianças e a seguir por várias outras pessoas, ora imóvel ora em movimento.
Alguns dos videntes fugiram, com medo do que pudesse acontecer caso o objecto aterrasse ou caísse.
Investigações feitas pela NASA, por um centro francês especializado em investigação em reentradas na atmosfera, pelo então Laboratório Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial (LNETI) e pelo Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência (CTEG) da Universidade Fernando Pessoa concluíram que o objecto fotografado em Alfena não tinha qualquer semelhança com objectos conhecidos, nomeadamente balões ou sondas.
Mário Neves Silva, investigador do Pufoi (Portuguese UFO Investigation) e do CTEG, confirmou que, “até hoje, não foi possível conhecer a génese do fenómeno aéreo não identificado de Alfena, apesar de todas as tentativas de o enquadrar em qualquer um dos fenómenos naturais ou artificiais conhecidos”.
“Os negativos das fotos foram estudados em vários centros especializados (Porto, Lisboa, Espanha, França, Alemanha e Estados Unidos), tendo as conclusões ditado, de uma forma inequívoca, a veracidade das mesmas, bem como a estranheza do fenómeno apresentado”, sublinhou.
Carlos Oliveira, que pertenceu à Comissão Nacional de Investigação do Fenómeno OVNI (CNIFO), salientou que o caso de Alfena é um dos poucos que continua por explicar, dado que na maioria das observações acaba por se concluir que não são OVNIs.
“A maior parte são simples luzes no céu que as pessoas imaginam que sejam de naves extraterrestres, o que é um perfeito disparate, não só porque por se ver luzes não faz sentido imaginar-se logo uma origem extraterrestre, mas porque se assume que ETs viajariam distâncias enormes entre estrelas com naves tecnologicamente semelhantes às nossas do século XX e, disparate extremo, que teriam faróis à frente e em baixo”, afirmou.
Para Carlos Oliveira, “não há qualquer razão para existirem faróis em naves que fazem viagens interestelares. Isso é uma completa falta de imaginação. E ainda para mais sendo esses faróis de luz visível”.
“Basta perceber um pouco do espectro electromagnético, do tipo de comprimentos de onda que os nossos telescópios utilizam e a informação que podem retirar de cada um, do género de vida existente na Terra, e do tipo de naves que a engenharia aeronáutica consegue prever que os seres humanos possam ter no futuro”, acrescentou.
“É um disparate baseado na falta de conhecimento e na falta de imaginação para prever o tipo de tecnologia que poderemos ter daqui por várias centenas de anos.
Eu adoro ficção científica, mas neste caso a ficção científica fica aquém daquilo que poderá existir, e influencia as pessoas limitando-lhes a imaginação”, disse.
O investigador salientou também que a ideia de que os ETs visitam a Terra “está alicerçada num geocentrismo psicológico que ainda existe enormemente na população”, e que se confunde com religião e com astrologia.
“Copérnico, Galileu, Kepler e outros deitaram abaixo a ideia que a Terra está no centro do Universo, e sabe-se hoje que a Terra não tem qualquer lugar privilegiado no Cosmos, nem sequer no sistema solar”, frisou.

Obama diz que Mudança chega devagar

1 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

O Presidente dos Estados Unidos diz estar a interiorizar a noção de que “a mudança chega devagar a Washington”.
Barack Obama falava numa conferência de imprensa de balanço dos primeiros 100 dias do seu mandato e disse que, apesar de o país estar a atravessar uma recessão atrofiante, se tem deparado com atitudes políticas de resistência e bloqueio.
Obama manifestou a esperança de que os legisladores “façam um intervalo” nos jogos políticos.
O Presidente dos EUA afirmou que tem consciência de que existem muitos “centros de poder” diferentes para além da Casa Branca e que não pode “carregar num botão” e fazer os banqueiros agir como ele quer ou “accionar um interruptor” e fazer o Congresso alinhar consigo.
Obama declarou que aquilo que pode fazer é apresentar os seus melhores argumentos, ouvir muito e persuadir as pessoas a seguirem na direcção certa.

Semanário português do Luxemburgo visitado ilegalmente pela polícia

1 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

Polícias confiscam bloco de notas e ficheiro de computador no jornal Contacto

Dois polícias, acompanhados por um técnico em informática, estiveram na redacção do Contacto, semanário português publicado no Luxemburgo, de onde levaram um bloco com notas de reportagem e o ficheiro de um computador.
Segundo disse à Agência Lusa, em contacto telefónico, o chefe de redacção do jornal, José Correia, inicialmente os dois agentes informaram que o Contacto tinha violado a Lei de Imprensa ao divulgar nomes de dois menores numa reportagem publicada em Dezembro, relativamente aos casos de uma rapariga e um rapaz retirados às respectivas famílias e colocados num internato.
Pediram uma cópia do referido artigo em suporte informático e daí a pouco apresentaram um mandado passado por um juiz para uma busca à redacção e a apreensão do bloco de notas da reportagem.
Já na sala de redacção, o técnico que acompanhava os agentes descarregou para uma “pen” ficheiros do computador do jornalista que fez a reportagem, a quem foi também exigida a entrega do bloco de notas.
José Correia disse que esta acção da polícia luxemburguesa, além de pôr em causa a protecção das fontes é “desproporcionada” face à reportagem em causa, de que resultou uma queixa do assistente social envolvido no caso dos dois menores por alegada “difamação e calúnia”.
O chefe de redacção do Contacto alegou que a lei de imprensa luxemburguesa proíbe buscas em redacções e no domicílio dos jornalistas, excepto em caso de tráfico de estupefacientes, terrorismo, branqueamento de dinheiro ou risco para a segurança do Estado, assuntos que nada têm a ver com a reportagem em causa.
Os advogados do jornal já solicitaram à Justiça a anulação do mandato e a devolução do bloco de notas e dos ficheiros retirados do computador.
“O caso deverá ser objecto de investigação para evitar a sua repetição”, afirmou ainda José Correia, considerando que estas actuações da polícia “são raras, senão inéditas” no Luxemburgo e devem ser travadas quanto antes.
Os Repórteres Sem Fronteiras, a Federação Europeia de Jornalistas e três sindicatos luxemburgueses já se solidarizaram com os jornalistas do semanário Contacto e condenaram a acção policial, que atenta contra o direito daqueles profissionais de protegerem as suas fontes.

Economia dos EUA está muito melhor e existem razões para optimismo, diz Goldman Sachs

1 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

O presidente do banco norte-americano Goldman Sachs considerou a 8 de Maio que a economia dos EUA está “muito melhor” e que existem “razões para optimismo”, considerando no entanto que é discutível se já existe fim à vista para a recessão.
“Está muito melhor hoje em dia apesar de ainda ser discutível se o fim da recessão será mais cedo ou mais tarde”, afirmou Lloyd Blankfein, durante a reunião anual do banco.
Lloyd Blankfein afirmou durante o encontro que a economia está em muito melhor estado do que no Outono, quando uma crise no acesso ao crédito estalou devido ao colapso da corretora Lehman Brothers Holdings.
O Goldman Sachs está entre os nove maiores bancos aos quais o Governo norte-americano não exigiu que aumentasse os seus capitais próprios, após a realização de testes a 19 instituições com o objectivo de determinar a capacidade de superar um novo agravamento da recessão económica.
O presidente do banco afirmou que o Goldman Sachs prevê devolver “em breve” os 10 mil milhões de dólares que a administração norte-americana lhe emprestou no Outono, ao abrigo do plano do Departamento do Tesouro para desbloquear o mercado do crédito.

241 prisioneiros de 30 países diferentes

1 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

A prisão norte-americana de Guantanamo em Cuba conta actualmente com 241 prisioneiros, de 30 países diferentes, segundo números divulgados pelo Pentágono.
Entre esses detidos, há “cerca” de cem iemenitas, “cerca” de 25 afegãos, 17 chineses uighures, “cerca” de 20 argelinos (nomeadamente Lakhdar Boumediene, que deverá ser acolhido pela França) e uma dúzia de sauditas.
Os restantes detidos são originários de outros 25 países, adiantou o Pentágono sem revelar números precisos.
Cada nacionalidade contra entre um a cinco prisioneiros, nomeadamente um natural da Faixa de Gaza, um da Cisjordânia, “alguns” marroquinos, “alguns” líbios, “alguns” sírios e um detido usbeque, pormenorizou a mesma fonte.

Demitiu-se responsável pela frota da Casa Branca

1 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

O presidente norte-americano, Barack Obama, aceitou a demissão do responsável pela frota aérea depois de um avião presidencial ter sobrevoado a baixa altitude a cidade de Nova Iorque, revelou a Casa Branca.
Trata-se da primeira demissão de um alto responsável da Administração Obama.
A polémica suscitada pelo vôo “tornou impossível para mim dirigir de forma eficaz o gabinete militar da Casa Branca”, afirna na carta de demissão ao presidente Obama, datada de 08/05, Louis Caldera.
O vôo, a 27 de Abril, suscitou polémica na cidade, recordando a tragédia do 11 de Novembro, quando um ataque terrorista às Torres Gêmeas do World Trade Center de Nova Iorque e ao Pentágono, em Washington, matou mais de duas mil pessoas.

Eléctrica norte-americana PG&E quer distribuir energia solar recolhida no Espaço em 2016

1 juin 2009 por admin · Deixar um comentário 

A eléctrica norte-americana PG&E prevê iniciar a distribuição de energia solar oriunda do Espaço em 2016, através da utilização de painéis solares em satélites que se encontram em órbita à volta da Terra.
Num artigo publicado no blogue da empresa, a PG&E anunciou ter firmado um acordo com a empresa Solaren Corp. para o abastecimento de 200 megawatts de energia solar recolhida no Espaço nos próximos 15 anos.
A Solarem pretende obter a energia graças a painéis solares instalados em satélites, uma ideia que foi estudada pela agência espacial norte-americana NASA nos anos setenta e pela administração do ex-presidente Bill Clinton nos anos noventa.
A energia solar recolhida desses painéis solares será posteriormente convertida em ondas de rádio para poder enviada para uma estação em Fresno, Estado da Califórnia, onde é convertida em electricidade e distribuída aos consumidores através da PG&E.
A eléctrica norte-americana afirma no seu blogue que a energia solar disponível no Espaço é “entre oito a dez vezes superior à que se obtem na Terra” e independente das condições climatéricas ou das Estações do ano.
A PG&E explica ainda que a instalação dos painéis solares no Espaço tem ainda a vantagem de não ser necessário comprar grandes superfícies para a instalação destes no solo.
Embora reconhecendo as dificuldades para conseguir alcançar este objectivo, a eléctrica acredita que a Solaren estará em condições de começar a enviar energia solar para os consumidores da PG&R em 2016.
“Se a Solaren tiver êxito, o mundo das energias renováveis nunca mais será o mesmo”, garante a PG&E no seu blogue.