33ª Festa Franco Portuguesa de Pontault-Combault: Tanta gente, meu Deus!

16 mai 2008 por admin · Deixar um comentário 

No que diz respeito ao associativismo português em França, Pontault-Combault é um caso à parte. A sua festa Franco Portuguesa é, e de longe, a maior festa associativa que os portugueses espalhados pelo mundo organizam fora de Portugal.

Mário Castilho, presidente da APCS, a associação portuguesa que, com o apoio da câmara local, é responsável do evento, pode e deve sentir-se orgulhoso: a sua associação tem o direito de ser considerada um exemplo a seguir. Como nos outros anos, o número de artistas foi elevado: 12 artistas em dois dias, não me parece que seja muito usual.

Sábado 10 de Maio: La Harrissa, Emanuel, Rui Bandeira, VIP, Paula Soares, Elsa Gomes, DJ Wal Gee

Domingo 11 de Maio: Luís Filipe Reis, Canário e Amigos, José Malhoa, Nelo Ferreira, Tequila Sun.

A minha apreciação?

Os La Harrissa encheram-me as medidas, José Malhoa é sempre o mesmo festeiro e gostei de ouvir o Nelo Ferreira, que desde que se foi daqui para Portugal evoluiu muito.

Como desde há muito vem acontecendo, esta festa recebe a visita de várias entidades oficiais e este ano vieram António Monteiro, Embaixador de Portugal em França, Victor Gil, conselheiro Social na mesma Embaixada e Carlos Gonçalves, deputado PSD pela emigração.

Não notaram a falta de ninguém?

Eu sim, pois não vi a Maria Carrilho, a deputada PS pela emigração. Com esta senhora, tenho de reconhecer que me enganei, pois votei nela nas últimas legislativas e ela faz de conta que não foi eleita. Também não vi o Cônsul de Portugal em Paris, mas não o ter visto não quer dizer que ele tenha vindo…

E depois há o pessoal que veio de Caminha, a cidade portuguesa geminada com Pontault-Combault. Uma grande comitiva chefiada pela presidente da Câmara.

Como não podia deixar de ser, a recentemente eleita “maire” da cidade, Monique Delessart, esteve sempre com os portugueses.

Seja como for, a Trigésima Terceira Festa Franco Portuguesa de Pontault-Combault foi qualquer coisa! Um sucesso de todo o tamanho!

Foi e será sempre que não chova, porque o sucesso desta feita depende única e simplesmente do tempo. Quando chove, adeus viola. Mas se não chove, é o fim da macacada! O elenco artístico conta sempre, mas o essencial são as condições climatéricas.

António de Oliveira